Eliminatórias do 7º Festival de Música da Paraíba serão realizadas na cidade de Sumé

   


A cidade de Sumé, terra do poeta e compositor Zé Marcolino, está confirmada como sede das eliminatórias do 7º Festival de Música da Paraíba, que serão realizadas nos dias 31 de maio e 1º de junho, na praça principal. Zé Marcolino, caririzeiro de nascença, autor de clássicos máximos do forró como Sala de Reboco e Quero Chá, dentre tantas, é o homenageado deste ano, ao lado de Cátia de França, que inaugura o formato de homenagem em vida no festival.
 

   A região do Cariri foi a primeira “casa” do Festival de Música da Paraíba. Na ocasião, Monteiro recebeu as eliminatórias daquele ano, cuja edição homenageava a ilustre Zabé da Loca, pernambucana, radicada na região. Agora, outra cidade-polo local vai ser palco da maior festa da música paraibana.

   Na segunda-feira (19), uma “força-tarefa” da Fundação Espaço Cultural (Funesc) e Empresa Paraibana de Comunicação (EPC), realizadoras do evento, fez uma visita técnica a Sumé para definir os últimos detalhes operacionais, logísticos e de divulgação local. A diretora- presidente da EPC, Naná Garcez, e a presidente da Funesc, Bia Cagliani, foram recebidas pelo prefeito Eden Duarte, com quem definiram apoio local estrutural à festa. Além de locais para ensaios, área de suporte durante as apresentações, também foram estabelecidas parcerias em segurança, setor técnico etc.

    A prefeitura, que já trabalha na valorização destes símbolos culturais locais, como a criação e manutenção do Memorial São Thomé dos Sucurus, entende o Festival como uma vitrine estadual e nacional para as tradições, belezas e riquezas locais.

   O prefeito Éden Duarte destacou a representatividade de Zé Marcolino para os sumeenses e todo o Cariri, ao eternizar em versos os costumes locais imortalizados em vozes como Luiz Gonzaga, Flávio José, Santana etc. A cidade “espalha” o seu filho ilustre por todos os cantos. Ele dá nome à praça, Festival cultural local e até bairro com ruas nomeadas com canções do compositor.

    Para Naná Garcez, além de revelar novos talentos, dar visibilidade, apresentar a um público maior estes grandes nomes do cancioneiro paraibano é o grande objetivo de um evento desta natureza. Já Bia Cagliani destacou a diversidade rítmica que habita o solo paraibano e é contemplada na representação do Festival, “do regional ao rock, passando pelo rap, reggae etc”. Uma riqueza musical tipicamente paraibana.


 

 

    

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