Reitor da UEPB esclarece sobre contratos de professores substitutos e explica suspensão de chamadas pelo SiSU 2017.2


  O reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), professor Rangel Junior, prestou esclarecimentos a comunidade universitária e a população paraibana sobre os contratos dos professores substitutos, bem como a decisão da Administração Central de não realizar chamadas de alunos no segundo Sistema de Seleção Unificada (SiSU) de 2017. Em relação a não renovação dos contratos dos professores substitutos, que alguns chamam distorcidamente de “demissão”, Rangel Junior esclareceu algumas verdades que, segundo ele, precisam ser colocadas nos seus devidos lugares.
Ele assegurou que nenhum professor da UEPB foi demitido, visto que demissão é um ato que se refere a ruptura de um contrato. 

 O que aconteceu foi que todos os professores substitutos tiveram seus contratos encerrados em novembro do ano passado e como a Universidade não poderia fazer um novo contrato até 31 de dezembro, como o período letivo 2016.2 iria se encerrar em 12 de maio de 2017, foi feito um aditamento dos contratos com prazo de encerramento na referida data. 

 “Fizemos um aditamento de prazo daqueles contratos indistintamente. Asseguramos os direitos de férias e de pagamento proporcional do 13º salário a todos os professores substitutos indistintamente. Inclusive àqueles que foram contratados em novembro”, frisou o reitor. Rangel enfatizou que a tentativa de algumas pessoas de tentar induzir a sociedade a pensar que a Reitoria da UEPB está praticando qualquer ato que penaliza os professores substitutos da Instituição é um desserviço, porque desinforma e, em alguns aspectos, induz as pessoas a formarem uma opinião mentirosa sobre os fatos.
 “O que existe é que aqueles contratos que tiveram um aditamento de prazo até 12 de maio de 2017, aquele prazo se encerrou. E quando houve a deflagração de um processo de greve por tempo indeterminado, todos, indistintamente, deveriam ter consciência de que aqueles contratos se encerrariam em 12 de maio. São todos adultos, sejam eles dirigentes de sindicatos, sejam professores ou professoras substitutos e substitutas, então todos sabem que o documento que assinaram tinha um prazo de encerramento daquele aditamento”, esclareceu Rangel Junior.

 Para o reitor, a tentativa de algumas pessoas de tentar transferir para o gestor da Instituição a informação errada de que a Reitoria está demitindo pessoas, tirando o emprego ou o contrato dos professores substitutos, é leviana e não condiz com a prática que deveria existir em todo o ambiente universitário ou no ambiente de relações dentro da esfera pública. “Eu repilo esse tipo de atitude e digo de forma muito clara, que estamos buscando todos os esforços no sentido de viabilizar a contratação de professores, mas não comungando com ilegalidades, não assumindo qualquer ônus de um processo que venha se configurar como uma atitude irregular ou ilegal, que possa ter como consequência qualquer tipo de punição, que poderá recair, não sobre a Universidade, mas diretamente na pessoa física do reitor”, afirmou.


 Professor Rangel Junior disse ainda que tudo o que a Administração Central está fazendo é preservar o aspecto da legalidade, da institucionalidade da UEPB e, consequentemente, preservando em todos os sentidos e com transparência a lisura de todos os processos, para que a Instituição não seja prejudicada em nenhuma circunstância.

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